sábado, 15 de janeiro de 2011

A principio para que a tecnologia se desenvolva e seja realizada com sucesso, necessita da inserção             de uma máquina racional chamada HOMEM.essa é a peça principal da elaboração tecnologica .                            observamos  que a cada dia o homem está se destacando em dedicação temporal e mental expondo idéias brilhantes e fascinates que são colocada em práticas e consideradas pelapopulação, o ser humano
 o ser humano possui uma capacidade extraordinária, tudo isso graças a ''DEUS''. O  homem almeja suprir
e facilitar as necessiades humanas para sua alto-satisfação,tornando o mercado de trabalho amplo  e 
competitivo, contribuindo assim para proporcionar oportunidade as pessoas  de obterem produtos com preços acessíveis.


A tecnologia móvel apresenta produtos de grande importância, que podem ser locomovidos, removidos   com freqüência e de fácil acesso.São produtos ilimitados e eficientes que nos auxiliam no dia-a-dia. sendo adquirido por vinclusive as instituições estão utilizando do modelo de tecnologia móvel.

sábado, 25 de dezembro de 2010

HISTÓRIA DA QUÍMICA NO BRASIL



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=D !!!! QUIMICA NO BRASIL =D !!!!


           Bem vindos à nossa seção de Quimica.

Nesta seção, vocês encontrarão tudo sobre : A História da Química no Brasil.





QUÍMICA NO BRASIL
     O desenvolvimento tardio da química no Brasil tem raízes históricas. Em Portugal, no período dos descobrimentos, ao contrário do que estava ocorrendo em outros pontos da Europa, a alquimia não floresceu. A quantidade de ouro e outros bens de valor que os navegadores portugueses levaram para o Reino foram suficientes para desestimular qualquer aventura alquimista em busca da pedra filosofal. Mesmo a iatroquímica e o flogístico não despertaram interesse, e apenas em 1772 foi criado na Universidade de Coimbra o primeiro curso superior de química. Vários brasileiros frequentaram o curso nessa época, com destaque para o naturalista Alexandre Rodrigues Ferreira e para Vivente Coelho de Seabra Silva Telles, que em 1801 adaptou a nomenclatura química de origem latina criada por Lavoisier para a língua portuguesa e que basicamente é usada até hoje, com as devidas modificações trazidas pelo progresso da ciência.
Um dos alunos de Silva Telles foi José Bonifácio de Andrada e Silva, um dos personagens centrais do movimento da independência. José Bonifácio foi um dos mais importantes mineralogistas de sua época e é conhecido como o "patriarca dos químicos brasileiros". Por volta de 1800 ele descobriu dois minerais, a partir dos quais descobriu-se em 1818 o elemento Lítio.
        A vinda da família real para o Rio de Janeiro em 1808 trouxe a necessidade de se estabelecer uma nova capital para o Império, o que promoveu a criação de vários organismos culturais no Brasil. A Real Academia Militar, fundada em 1811, foi a primeira instituição de ensino de química. As aulas de química faziam parte de um curso para soldados e oficiais, que ainda assistiam a aulas de matemática, física, mineralogia, entre outros. No mesmo período foram criados cursos de medicina na Bahia e no Rio de Janeiro em que eram ministradas aulas de química e farmácia, mas a situação destes cursos era extremamente precária e raramente havia aulas práticas. Somente a partir da segunda metade do século XIX aumentou a importância dada às diciplinas químicas.
       Em 1812 foi criado o Laboratório Químico-Prático no Rio de Janeiro, responsável pelas primeiras operações de química industrial no Brasil e por investigações da composição de minerais e vegetais, com resultados interessantes para a época. Mas pouco tempo depois as atividades do laboratório se limitaram apenas a pordução de alguns medicamentos. Um laboratório mais importante no período foi o Laboratório Químico do Museu Nacional, criado em 1818 no Rio de Janeiro. Neste laboratório efetuou-se as primeiras perícias toxicológicas, análises de combustíveis nacionais e investigações sobre a composição de amostras de pau-brasil vindas de várias regiões do país. O Laboratório Químico do Museu Nacional passou por períodos de relativa importância e esquecimento, relacionados à formação profissional do diretor do Museu Nacional e em 1931 foi extinto e suas atividades foram distribuídas entre outros laboratórios.
A Primeira Guerra Mundial tornou óbvia a necessidade de formação de químicos e a criação do ensino profissional técnico e do ensino científico voltado à pesquisa impulsionaram a criação de diversos cursos por todo o país de 1918 a 1930. Mas a criação da infra-estrutura necessária e manutenção de tais cursos não foi um processo contínuo e quase todos os cursos foram extintos antes de completarem 10 anos. A partir de 1930 foram criados cursos ligados às Faculdades de Ciências, dentro das Universidades, com um caráter mais investigativo.
      A profissão de químico foi regulamentada pelo decreto 24.693 de 12 de julho de 1934 e a criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Química foi definida pela lei 2.800 de 18 de junho de 1956, data na qual se comemora o "Dia do Químico". Os Institutos de Química criados com a Reforma Universitária de 1970, os Cursos de Engenharia Química e os cursos de técnicos químicos são responsáveis pela formação de grande parte dos profissionais em química atualmente.

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Azevedo, Fernando de (org.). As Ciências no Brasil, vol. 2, Editora UFRJ, Rio de Janeiro, 1994.
Vanin, José Atílio. Alquimistas e químicos: o passado, presente e o futuro, Editora Moderna, São Paulo, 1994.
Cuocolo, Miguel Romeu. O que o Profissional de Química Deve Saber, 2a. edição, CRQ-IV Região, 1992.






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